sábado, 14 de fevereiro de 2009

Os meteoros e os vagalumes

 

Nosso planeta! Nossa casa! Nosso rancho no universo!Nosso aconchego!Nosso pedacinho de terra que levita no cosmos.

Se comparada com o resto do Universo, a terra é microscópica. Note que o Universo tem milhões de outras galáxias cada uma com suas próprias estrelas e planetas.

“Nosso” sol está a 149 milhões de quilômetros de nós. E nossos olhos conseguem vê-lo.

Nosso planeta Terra, planeta azul, planeta blue, planeta água, nossa escola.

 

planeta

E se nos atentarmos que em meio a esse turbilhão de coisas infinitas, a nossa capacidade de pensar, raciocinar, amar, chorar, sorrir, interagir e viver nossos momentos dentro dessa grande constelação cósmica é um mistério maravilhoso.

O tempo não para.

Ele é uno. Soberano.

Segue como na figura de um soldado romano em direção aos seus objetivos que é a sua magnanidade em relação ao dínamo, ao giro da vida.

Então notamos que o universo é uma arte em si mesmo.

Se você está sentado em sua mesa, cabeça triste, pensamento evasivo no que poderia ou não viver ou fazer, analise toda a situação. Prós e contras. Note se seus exércitos estão prontos para os novos embates para que consiga assim enfrentar as batalhas.

Essas que são sempre no campo das suas realizações pessoais e da moral.

Prepare-se!

Nunca, mas nunca enfrente uma batalha sem ter certeza do ponto exato do salto e da área de segurança que quer cair.

De preferência em pé.

Não seja imediatista. Planeje. Comece como as formigas a levar o alimento para seus celereiros e guarde-os para as noites gélidas.

Prepare suas asas. Para que possa assim seguir pelas suas próprias vias lácteas.

Note cada uma delas tem suas próprias estrelas e planetas.

Não temas!

Estejas preparado para os “impactos dos meteoros” que lhe baterão com força no peito.

Aceite.

E diga! Que bom.Gosto dos impactos. Me fortalecem!

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Mas será um confronto. Força com força. Porque você estará preparado.

E consciente do panorama do campo de batalha. O estudou.

Como uma visão do alto de uma montanha em relação ao vale que terá que atravessar.

Quando a sensibilidade lhe bater a porta, seja espontâneo ao abaixar-se como um predador apenas para ver um vagalume passar.

Isso demonstrará que suas virtudes estão protegidas. Mesmo após os embates ainda tem bondade no coração e não perdeu-se, nem perdeu o brilho de seus olhos.

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Afinal se isso acontecer é porque você já estará perto dos milhões de vagalumes, nos outros universos, que quer atingir e verá poucos meteoros.

A zona morta. A zona neutra. O vale nebuloso. Que poderá enfrentar. Mas com os suprimentos do que tens de melhor. O amor. A busca constante pelo conhecimento.

O sentimento de coletividade e não individualidade.

Levar a chama do conhecimento e atitudes, atos, resultados para que outros possam também te seguir em meio a chuva desses meteoros para que possam assim, “enxergar os vagalumes”, em um espetáculo maravilhoso que é a realização pessoal dos sonhos individuais de cada ser, nas suas próprias vitórias.

Que na realidade são sempre de nós para nós, no campo da evolução moral, espiritual, social,cultural e no amor ao próximo.

Não permitas que tua vida seja envelopada por imagens fantasias que não expressam a verdade ou os verdadeiros sentimentos ou nobreza do ser.

Permita que tua mente gire! Que ela possa assim avançar. Solte-a. Não permita que os sentimentos de mágoas, do passado, ou frustrações lhe tome mais tempo.

Não deixe que as virtudes não boas lhe segurem, lhe prendam os pés. Vai.Vai.

Cada meteoro desviado. Cada meteoro que lhe bate no peito e cai nos teus pés como pó. É uma vitória sua. É uma nova possibilidade de chegar ao jardim dos vagalumes. Tira o que de não melhor tenta habitar te o coração.

Gira tua mente. Acenda a chama. Vai. Sinta o fogo do amor nas tuas mãos. Veja teus olhos eles brilham. Enaltece tua fé.

Vai segue.. liberta-te e avança.

Vagalumes?

Chegamos!!

Tire suas vestes militares!

Sinta a beleza e candura das energias mais belas.

Toque-os.Veja-os.Olhe como brilham.

São as vibrações mais belas de tudo o que foi construído com suor, com luta e abnegação e amor para a coletividade.

Estão aqui no jardim de vagalumes.

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Que bom que você chegou!

Que bom que você veio!

Sou “aquele” que cuida do jardim dos vagalumes.

“Te espero há 2.000 mil anos.. seja bem vindo! Venha ver os vagalumes!”

Deixe suas armas no chão. Aqui não precisarás mais delas.

Eu. Estou com você!

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Tom Capella.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O menino estrela!

 

Então quase noite de natal. Crianças brincando na rua. O chevette amarelo na garagem com o motor esquentando. A sala. A árvore. Luzes coloridas. A vitrolinha Delta tocando algumas músicas natalinas. Alguns presentes semi-abertos na estante de madeira. (não dele)

Oito anos. O dia não estava legal. Chuvoso. Televisão preto e branco passando um programa qualquer mas com o som baixo. Preparativos para a passagem na casa de parentes.

Derrepente um silêncio lá fora. Não havia mais barulho de carro. O menino sai. Olha por todos os lados e não vê ninguém.

Fora esquecido. Esqueceram-no.

E assim. Horas depois. Calção azul marinho, um tênis conguinha. Camiseta listras vermelhas. Olhos castanhos. Cabelos lisos. Abre o portão antigo com muita dificuldade. Sai pelas ruas sozinho. Já escurecendo.

Segue para o centro da cidade. E fica olhando as poucas vitrines que não estavam fechadas pelas portas de ferro. Noite. Garoa.

Encanta-se com as luzes coloridas das vitrines.

Nessa altura não percebe em pensamento que voltaram para buscá-lo após horas.

Mas ele não mais estava em casa.

E assim, segue o menino pelas ruas. Derrepente um pai em um carro. Várias filhos.

Uma família cruza com ele na rua.

Todos param e olham. Ficam espantados. O que aquele garoto estava fazendo sozinho naquela rua do centro da cidade sozinho?  (Rua Quintino Bocaíuva)

Sim naquela época existiam pessoas humanizadas.

Presentes nas mãos. As crianças pegam e levam lhe doces. O pai chega perto e meio que tímido e zeloso pergunta: – Onde você mora?

O garoto responde, na rua. Como? Você não tem família?

Mas está bem limpo. Arrumado.

Não tenho. Mas vivo em um lugar.

Vamos levá-lo!

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E assim após mostrar as ruas. Dificuldades. Chegam na casa.

E lá estão seus presentes preocupados no portão.

O que houve? O encontramos na rua. Vendo vitrines em um lugar semi-deserto.

E assim. O menino segue para seu natal. Na casa de parentes (outros presentes).

E lá fica esquecido em um sofá. Enquanto todos divertiam-se.

Mas ele não ficou chateado imagine!

Ele não tinha como ficar porque não sabia o que éra ser alegre.

(isso faz lembrar-me de A Hora da Estrela, Macabéa no que diz sobre ela saber ou não da vida que levava de forma que pudesse fazer comparações com o que é ser alegre ou não)

Levou seu livro. Monteiro Lobato. E assim, tocou seu natal na boa.

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E terminou sua noite com um presente, um tênis kichute preto.

Dia seguinte, começa tudo de novo. Vida! perversa vida! (não mais perversa!)

Nunca perca uma oportunidade em fazer uma criança sorrir.

Ela não precisa ser seu filho ou filha.

Mas “esse carinha”.. tinha suas próprias armas.

Ele gostava de ler!!

Risos.

Tom Capella.

 

Por isso que esse menino para tudo por outras crianças.

E os que lhe tratavam assim?

Há.. ele tem uma tremenda compaixão. Um amor incondicional.

(O mais engraçado é que esse menino teve um escritório no mesmo prédio na Barão de Itapetininga e no mesmo andar o 13º, onde Monteiro Lobato, morou por um tempo e justamente quando mudou de lá, perdeu (o menino) uma caixa de livros que ele tinha, ficou por lá.. eu ví fui testemunha disso)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

És você!!

 

Em muitos caminhos que percorri, senti por vezes,que muitas pessoas ainda vivem em um mundo vão.

Em seus próprios mundos de avelãs e nas suas mentiras mais sinceras. Vivem dentro de razões inlúcidas e sem a base maior que não o que permeia as frustrações próprias.

Não descobriram que o caminho da libertação é a gratidão, é o vislumbre do lado bom das melhores ações que muitas vezes nos permitem sem que merecêssemos ao menos o dispor do que nos acalenta a alma em determinados deslizes nossos.

Tão difícil por vezes sentir a frieza mais profunda do golpe das palavras mais imprudentes. Deveras assim a humildade orgulhosa que esconde na verdade o permeio do próprio ser no que se solidifica apenas em seu próprio egoísmo.

Mundos em mundos. Universos paralelos em fagulhas e sentimentos que apenas limitam-se nos resquícios sejam dos lençóis ou dos próprios caminhos coloridos por cores vazias.Lua_Cheia_by_Tiagoo

O que de mim. O que de mim. Senti assim. É a dor da alma. Meus passos deveras não puderam olhar para trás. A libertação. O deixar seguir. O despedir-se. Novas paisagens. A dor. O leve sorriso. A voz. O abraço. O aconchego. O vazio de si mesmo em seus vales.

Sem resquícios. Sem limites. Sem a voz. Sem os abraços. Sem a pontada mais gelada da ingratidão.

 

A compaixão que não permite o ódio. O rancor. Essa tal. Que perdoa. E permite que a cada um sua própria história. Sua própria experiência na busca de si mesmo.

Vai-te. Segue. Avança assim. Sinta tua própria dor… oh dor. Oh solidão.

O que faço assim desta sonata. Desse perfume que me exala o melhor do que eu possa ser. Mas não aos resquícios.

Olhe, nota o teu céu estrelado. Veja o que podes assim tirar do melhor de você.

Retira o quadro da parede. Arruma tuas malas. Pega teus livros.

Sinta assim, o teu partir.

Não quero mais a voz que machuca. A palavra mais incerta. Não quero mais o vazio na parede dos quadros meus.

Dos quadros que retratavam assim. Tardes minhas.

O que pedes?

Que o sejas.

Assim o que posso fazer por ti. Deveras é no silêncio meu. Na luz serena e azul que me sai da fronte.

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Das melhores vibrações que colhi de cada lágrima que derramei em minha vida. Dos sorrisos que perdi nos asfaltos gelados. Nos bares. Nas mesas.

Dos copos vazios. Do melhor de mim. Que renasceu.

 

Que ressurgiu para que assim pudesse estender-te minhas mãos!

“Oh! E assim das minhas mãos, das gotas do meu suor, dos sofrimentos que passei,  para que pudesse assim sentir as gotas essas, que irão tirar-te a sede!”

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Segue então. Segue então!

Vejo teu rosto. Sinto teu vazio. Percebo o que queres. Mas de mim nada. Mais nada que eu possa fazer por ti. Poderia apenas manter as feras longe de ti. Para que possa assim comer as migalhas do caminho e sobreviver até teus passos mais serenos. (eu já comi migalhas para sobreviver, migalhas da melancolia)

No que poderia assim. Você compreender, enxergar, a ti mesmo no que de melhor você tem.

Adeus passado!! Obrigado.

Tom Capella.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

As palavras e a mulher

 

Em especial para Mel Capella (Camila) !!

Tom Capella.

As Palavras e a Mulher 

As palavras são a expressão muitas vezes do que vem do coração. Não custa nada você erguer as pessoas. Procurar sempre que possa enaltecer o que as pessoas tem de melhor. A renovação de virtudes é uma premissa que tem que ser aplicada diária e tudo na vida é um treinamento. Você é aquilo que você pensa. Você é responsável por aquilo que você cativa no coração das pessoas.

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E você é responsável por sua vida. Tudo na vida passa. Viva sua vida nos melhores momentos e compreenda cada nova condição que atravessa. Não cultives com você o sentimento de posse. Viva e deixe viver. Respeite o limite das pessoas.

“Tem homem que pensa que gosta de mulher. Não gosta. A expressão e exteriorização da sexualidade como se o mundo fosse acabar em uma semana, não é a verdadeira expressão daquele homem que gosta de mulher. O homem que gosta de mulher, preocupa-se com a mulher.”

Preocupa-se com o bem estar da mulher, seja espiritual, pessoal, mental. Ele aprende a ouvir. Ele aprende a respeitar o momento. Porque mulher é um universo fantástico um ser da maior sublimidade que o Universo colocou no planeta.

Desenvolva o melhor de você.

A mulher não é serviçal do homem. Não aceite e nunca fique à sombra de relacionamento algum, apenas por questão de amor. Porque o amor verdadeiro é aquele amor que soma, que permite o outro crescer, que preocupa-se com o outro e que não sufoca.

Que confia, que todos os dias preocupa-se em cada detalhe no simples. Na busca de uma flor, levantar de madrugada mesmo com a garganta inflamada para ir buscar algo na farmácia que ela pediu. (falando nisso estou super gripado hoje)

Ela não tem obrigação de lavar suas roupas, ela não é tua empregada. Administre seu tempo e procure assim aliviá-la no dia a dia. Não será menos homem por isso.

A mulher não pode viver à sombra do homem. Porque ela é a própria envergadura que conduz; a que permite que o homem deite embaixo de sua sombra para que ele se complete com ela.

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Será sim, muito mais homem perante tua própria consciência.

Será o guardião, quando na verdade quem está sendo zelado é você.

Aplicar o dia do silêncio quando ela não está bem e fica falando coisas sem nexo devido as suas fases hormonais e ser respeitada por isso.

Que não coloca o trabalho acima de sua companheira.

Assistir com ela aquele DVD romântico, quando na verdade você queria mesmo é ler um jornal.

Que a respeita quando ela quer ficar um dia inteiro longe de você. Porque a cada um seu próprio momento.

Que nunca usa de palavras que ofendam em circunstâncias alguma.

Que tenha firmeza para expressar suas opiniões sem gritar.

 

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E que aprenda a repensar quando não está dentro da lógica ou na decisão correta que se deva seguir.

Isso não quer dizer que ela não goste mais de você.

Mas mesmo assim, tudo na terra é passagem. Ame mas não tenha posse. Tenha posse do que é de melhor nos momentos.

Um sorriso. Uma rosa, mesmo após 10 anos de conviência ou casados. Deixar a pessoa falar sem ficar toda hora questionando isso ou aquilo.

Cada um tem seu momento, sua forma de ver a vida e seu próprio aprendizado.

O verdadeiro homem. O homem de caráter. O homem integral,  é aquele respeita a mulher em sua figura, seja em qual campo da sociedade for. Qual campo for.

Pois o relacionamento é uma soma, para que os dois aprendam a caminhar juntos no caminho da luz da vida.

Tom Capella.

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Leysh Natarak

 

Queremos paz.. fraternidade.. chega de guerras..


Ouvir Natacha Atlas, é uma viagem ao que podemos repensar de melhor em nós..

 

domingo, 1 de fevereiro de 2009

A vida é um reflexo da arte? Ou a arte é um reflexo da vida?

 

Por isso que a grande preocupação é semear junto às crianças. Se hoje não regeneramos os adultos em diversos campos da vida. Podemos ao menos semear um novo futuro cuidando das crianças do agora. Brincando_by_SharinganBattousai

Pena que muitas estão em lares desajustados, em meio à violência doméstica. Drogas, bebidas. Mas tenho certeza que se desenvolvermos um trabalho sério. Nós não veremos, mas as novas gerações irão sentir que esse mundo tem jeito.

Dá sim. Vamos trabalhar por isso.

Mundos paralelos e malucos são os criados através de drogas..

E temos também a droga da discórdia, a droga do egoísmo, a droga da mentira, a droga da infidelidade, a droga da deslealdade, a droga do sarcasmo, a droga do criticar sem saber o que o outro está vivendo, a droga do apontamento desleal, a droga do julgar o outro porque conquistou uns ossinhos a mais ou um diploma acadêmico a mais.

Esses que levam o ser à loucura, aos corredores escuros da melancolia, depressões, desesperos do resultado de drogas, de mundos e sub-mundos envoltos em vazios, corredores sem fim.

Note isso na madrugadas nos ambulatórios das grandes e pequenas metrópoles, note isso nas calçadas durante as madrugadas ou quase ao amanhecer nos territórios que muitos não ousam olhar.

O que me é importante hoje não é a roupinha, o perfume, o ossinho de ouro que se conquistou e sim a verdadeira imagem de quem eu tenho ali, na minha frente.

Com seus erros e acertos.

Mas acima de tudo a lucidez de um ser que está longe dessas drogas todas.

Ou tenta estar, se não as drogas químicas que não me fazem presença mesmo, digo as drogas do ser.. dos sentimentos não nobres e desses que citei das más virtudes da vida que são os maiores causadores da dor humana.

A maioria dos problemas da humanidade são no campo dos relacionamentos, sejam eles de ordem familiar, da sociedade em que convivem, pessoais.

O que me convém é a regeneração de cada um e seu encontro na estrada de Damasco particular,  com o melhor de si.

Tom Capella

Da escrita

 

Tudo o que aqui escrevo. Não há de ser para agradar ou uma viagem qualquer sem ter o devido alicerce em todas as experiências que vivo ou vivi.

Cada palavra. Cada frase tem seu devido compasso em relação a cada experiência que vivi e sempre preocupado em tornar as pessoas um pouco melhores e menos mascaradas e hipócritas. 

Inclusive eu. Intelectualidade não é comigo no sentido de encobrir discursos vazios e pessoas que são lápides vivas andando por aí.

Me perdoe. Não, não me perdoe. É o que penso.

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Mas minha preocupação onde tudo isso vai parar é deveras grande.

É quando o Homem se acha maior que Deus ou se é agnóstico ou ateu, melhor e maior que o Universo, sendo que quando não mais estivermos aqui a cadeia alimentar já segue seu rumo. Não leia isso se te feres.. Mas é isso que te mantém vivo.

Mas um resfriado. Uma gripe. Uma idade avançada lhe tira as forças e ele padece no campo das próprias atribulações.

Escrevo. Mas vivo o que escrevo.

Não existe aqui uma passagem, uma linha, uma frase que eu não tenha vivido ou na própria condição de personagem (olha lá), ou mero observador.

E confesso necessário viver em mundos paralelos para ficar longe do que destrói a humanidade que é seu sarcasmo e desdém em relação à própria sombra que lhe aflige a alma e vive como os comuns em mundos só seus.

Fingindo-se de normais. (?)

Até ontem o Homem nem sabia falar. (inclusive eu)Primus___amigos_by_latino_com_r

Hoje após o desenvolvimento da escrita, falar, andar de pé.. já não andamos mais com as pernas e braços.. ele se coloca acima do seus afins.

Pense nisso, abaixa a bola e viva a vida e deixa viver..

Afinal de contas.. nós “somos ontem”..

E a vida supre o material para a escrita.

Tom Capella