segunda-feira, 8 de junho de 2009

Pablo Ruiz Picasso

 

Pablo Ruiz Picasso (Málaga, 25 de Outubro, 1881 — Mougins, 8 de Abril, 1973) foi reconhecidamente um dos mestres da Arte do século XX.

É considerado um dos artistas mais famosos e versáteis de todo o mundo, tendo criado milhares de trabalhos, não somente pinturas, mas também esculturas e cerâmica, usando, enfim, todos os tipos de materiais.

Ele também é conhecido como sendo o co-fundador do Cubismo, junto com Georges Braque.

Confiram no video !

 

História da arte

 

Permita-se

 

Permita-se.

Proponha todos os dias em sua vida novas oportunidades. Você levando uma vida de marasmo ou não, sendo ateu ou não, sendo agnóstico ou não, sendo um fervoroso proprietário da verdade, amigo pessoal do Supremo Criador e superior a todas as pessoas que não pensam como você, sendo que sua verdade é única. Inabalável e superior aos outros que você chama também por grata satisfação e bondade de sua parte de seres humanos. Porque você é superior. Permita-se ver além do próprio umbigo.

AVELÃ

Compreenda que todos nós somos um. Que a Éra do Eu e essa forma de achar que é dono da verdade (onde ela está senão das boas virtudes?), é um dos grandes motivos do sectarismo, das guerras e te garanto que muita criança perdeu suas pernas e vidas devido a essa ignorância que plasma não somente nos países (estamos no Brasil, tem gente que não sabe ainda, aliás tem gente que não sabe nem porque existe), que devido a essa separação, superioridade em achar que é melhor que outros, o mundo foi pintado muitas vezes em sangue.

As pessoas não são como sempre digo, obrigadas a gostar de você, a ouvir suas ladainhas, suas balelas e sua farinhada. Porque cansativo é ver todos os dias seres superiores, aqueles que dizem que são mais amigos de um Cristo, Buda, etc e tal mas que no dia a dia não perdem a oportunidade em expressar suas vaidades vazias, suas máscaras (possuem um armário com uma grande variedade delas), não digo nem personagens, nem no campo da arte que se mistura a realidade da vida, em que não sabemos se a vida é arte ou se a arte é a vida propriamente dita.

Enfim, aos loucos o que é dos loucos e aos normais o que é dos normais e aos detentores seres supremos, a suprema ignorância.

Verdade mesmo é atitude. É a forma que você trata as pessoas e como você interage com o meio em que você vive.

Permita-se sair do limbo da ignorância perfumada nos dircursos vazios e no show pessoal em que pode-se enganar a muitos e não por muito tempo, mas no palco pessoal da intimidade do ser sempre sabemos ou saberemos que cores pintamos em nossos corações e quais são as entonações mais verdadeiras, seja no vibrato pessoal da voz turbulante e sagaz, quanto do pincel colorido que na verdade apenas serve para pintar o vermelho do sangue da violência em nome de verdades que prismam apenas interesses ocultos de uma grande maioria.

As pessoas poderão esquecer o que você falou, o que você escreveu (como essas palavras aqui), mas nunca, jamais esquecerão como você as tratou ou do rastro do trabalho que você deixou. Mas sempre em prol da coletividade.

Artistas de plantão temos muitos. Os pessoais, os íntimos, os poetas, os loucos os esquecidos, os desventurados e os aventureiros.

Afinal de contas em um reino de avelã cabem muitos artistas e universos.

Sempre ouço um barulho que provém desses reinos e quando olho em meus pés noto que pisei em mais uma avelã.

O que quero dizer é:

 

- Quebre seus preconceitos, livre-se de suas amarras e liberte-se sim para os atos, atitudes, desenvolvimento de suas virtudes porque o que vale é o que somos, não o que sempre fazemos uso nos nossos blá, blá, blás.

Tom Capella.

Renoir é Você?

 

O ser humano possue uma infinita força de adaptação. Essa condição do pensar, do agir e do ser é uma constante em sua vida, visto que a evolução individual de cada ser não cessa.

Somos um misto de religiões, religiosidades, idiomas, culturas, crenças, descrenças, guerra e paz

Somos um misto do bem e do mal. Visto que por vezes através da cultura pessoal de cada um no meio em que se desenvolveu e também do posicionamento individual onde cada ser determina através das escolhas seus próprios caminhos, houveram aqueles que sairam de sua zona de conforto pessoal para ir mais além seja no campo esse dos conhecimentos, experiências pessoais e independência religiosa ou do pensar em relação ao próprio meio, esse em que se desenvolveu.

Complicado não é. Complicado é quando confundimos a vaidade humana, o orgulho humano como o mal colesterol, esse que nos impossibilidade de novas possibilidades e até oportunidades.

É quando nos permitimos ver além da zona de conforto ou além das lonas que são por vezes a expressão dos dogmas que escravizam-nos e nos mantém dentro de uma linha fechada que muito falsamente por vezes nos mantém em pequenos universos células que nos coloca em situações soberanamente para cada um de nós em superioridade em relação aos que não pensam como nós, que não tiveram a oportunidade em acessar certas informações como nós ou que simplesmente vieram de outros universos, outras culturas pessoais que se somassem as nossas poderíamos ser muito mais fortes.

Ao Homem das artes, a linguagem das artes. Ao Homem do campo, a linguagem e sabedoria do campo. Ao Homem das lápides o túmulo da ignorância. Ao Homem da fé raciocinada a lápide que transforma-se em sequência de aprendizado e conhecimentos vastos que nos permitem essa aproximação maior com Deus.

Porque Deus é soberanamente justo. O tempo do Universo não é o tempo do Homem. E o tempo do Homem carece sim de maior desenvolvimento.

O que faz da vida justamente são as diferenças.

O que você está preparado em sua vida para novos avanços?

O que você tem feito por você mesmo em primeiro lugar, visto que muitos atrás de uma aparência nobre e bela, são na verdade verdadeiros trapos ambulantes ou lápides disfarçadas de egoísmo, arrogância, prepotência ou falsidades?

Somos ontem.

O Universo não está a mercê de nossas vaidades. Ontem nem sabíamos falar.

Aprendemos a andar em relação ao tempo do próprio planeta, a tão pouco tempo.

Vaidade boa é vaidade aplicada na coletividade.

Orgulho bom e sadio é orgulho na satisfação do dever bem cumprido.

Não importa no que você acredita. Não importa se você tem medalhas ou não, sendo que medalha maior é a medalha dos rastros que você deixou ou vai deixar no limbo do bem que você praticar.

Porque bem maior é o bem que constrói e renova. É aquele que dá as mãos para quem ainda não conseguiu chegar. Porque para chegarmos onde talvez possamos estar tivemos que passar por locais em que muitos ainda nem pensam existir e que julgamos, apontamos e criticamos. Lembre-se, ontem nem sabíamos falar.

E assim meu mundo abriu-se novamente nas jornadas infinitas de minhas próprias buscas dentro dos meus mais diversos eus. Que confrontam-se entre si 24 horas por dia no tempo do Homem.

Quando vi essa pintura e perguntei:

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- Renoir é Você?

Pierre Auguste Renoir (França - 1841-1919)

    Sem dúvida é um dos artistas mais conhecidos e apreciados. Por que isso? Talvez pela sua maneira de procurar sempre retratar o que é bonito e agradável e deixar os problemas e as coisa feias para o universo do mundo real. Para o seu mundo de artista Renoir levava unicamente o que lhe fazia bem aos olhos e a alma. Por isso é fácil gostar de sua arte: não precisa ser interpretada ou lida de modo intelectualizado e nem confrontada com princípios ou idéias. Sem ser revolucionário e sem radicalizar contra qualquer conceito, Renoir firmou-se por uma aceitação quase universal. A sua idéia não era exatamente retratar a realidade, mas a maneira como essa realidade lhe causava uma impressão no instante dado. Junto com outros, como Monet que era seu principal amigo, criou assim a escola impressionista, em Paris, no final do século XIX.

Quando compreendi que a vida é feita de portas.

Quantas portas você já fechou em sua vida?

Eu ainda não desistí de mim.

Não desista de você e procure então a cada dia perguntar ao fórum íntimo de sua consciência que na verdade é essa que te conhece.

Pergunte-se então sempre quem é você?

O espelho de tua consciência lhe trará as respostas.

Tom Capella.

 

 

Um pouco sobre Renoir

RENOIR (1841-1919)

Pierre Auguste Renoir nasceu em Limoges, em 25 de fevereiro de 1841.Filho do alfaiate Leonard Renoir e da operária de fábrica Marguerite Merlet. Quando ele tinha quatro anos a  família mudou-se para Paris.

Desde pequeno Renoir mostrou habilidades para a música e o desenho, mas  sua família tentou fomentar nele o gosto pela pintura, por pensar que seria  essa a maneira mais fácil de ganhar a vida. Deste modo,  aos treze de anos  entrou como aprendiz para a loja do irmãos Levy, decoradores de  porcelana.

Em 1862,  para evoluir na pintura, além da instrução formal  que possuía, entrou para a Escola de Belas Artes. Entrou  para o ateliê de  Charles Gleyre, pintor suíço dono de uma loja de artes, onde conheceu  outros jovens pintores que, posteriormente, seriam intitulados  impressionistas.

De início, os trabalhos dos jovens pintores, não foram bem  recebidos, sendo até mesmo ridicularizados pelas instituições artísticas, tendo suas obras recusadas para as exposições do Salão Oficial.

Renoir, para sobreviver,  pintava retratos convencionais e expunha suas  obras rejeitadas pelo Salão Oficial no Salão dos Recusados. 

Em 1865, conseguiu que dois trabalhos fossem aceitos e expostos no Salão Oficial: " Retrato de William Sisley"e "Uma tarde  de verão".

Em 1868 começou a trabalhar junto com Monet, um dos velhos amigos da loja de Gleyre. Passaram a pintar juntos, perto de Paris, onde Monet tinha uma casa que se tornou  ponto de encontro daqueles novos pintores.Em 1874, cansados de serem rejeitados, ele e outros artistas (Monet, Sisley, Berthe Morisot entre outros) organizam a primeira exposição.Renoir inclui 7 quadros. A  exposição não teve sucesso  financeiro, mas rendeu aos  expositores o título de "impressionistas",  para idicularizá- los.

Termina a obra "O Dançarino" e em seguida  " Moulin  of  the Galette". Renoir confirma-se como um dos representantes mais notáveis no impressionismo.Em 1876,durante a segunda Exposição Impressionista, Renoir apresentou 15 trabalhos, período no qual seus quadros  já agradavam, como a obra " Madame Charpentier e suas  filhas" alcançando um enorme sucesso na exposição do Salão em 1879.Em 1.881 Renoir vai para a Itália.Ele ficou tão impressionado com o trabalho dos renascentistas italianos que chegou àconclusão de que nada sabia de desenho, e muito pouco de pintura. É a  partir desseinstante que o artista, firma o seu traço, e abandonando a   maneira impressionista de aplicar as tintas em pequenas  pinceladas, passando a usar o método de espalhá-las em  camadas e vernizes. Satisfeito com aquele trabalho e com uma estabilidade econômica que adquirira, tornou-se mais um artista mais  austero e mais clássico, sem abandonar o brilho de coloração característico do impressionismo. Aqui podemos  destacar "Jovem nadador",  "A toilette", entre outros .

Renoir passa a criar as suas próprias técnicas

O quadro " Guarda-chuvas",iniciado em 1.880 e terminado em 1.886 é uma composição cheia de planos de cores.

Em sua criatividade, Renoir descobriu que traço firme e riqueza de colorido eram coisas incompatíveis.

Passou então a  combinar o que havia aprendido sobre cor, durante  seu período impressionista, com métodos tradicionais de aplicação de tinta. O resultado foi   uma série de obras-primas. O reconhecimento oficial  veio em 1892 quando o governo francês comprou "Ao Piano".

Em 1885 nasce Pierre,filho de Renoir e Aline Charigot, que era há  muito tempo sua amante e modelo. Três anos depois, visitando Lézanne em Aix-en-Provance, Renoir descobriu Cagnes que passou a ser sua residência de inverno. Talvez por isso tenha começado a sofrer de artrite e reumatismo.

Passava longos períodos no sul com  Aline, com quem se casara. O segundo filho, Jean, nasce em 1894.  Mais tarde ele se tornaria um dos maiores diretores de cinema na  França.

Charles Baudelaire – Sobre a Modernidade

 

(O que estou lendo)

Autor dos conhecidos poemas “As flores do mal”, Charles Baudelaire foi também o maior crítico de arte de seu tempo.

Perseguido pela obsessão de formar uma consciência estética, Baudelaire tem idéia clara sobre a função crítica.

Ela não deve ser fria e algébrica, nem desprovida de amor e ódio.

Tampouco deve exprimir a condescendência dos floreios e gentilezas. A crítica justa - única possível - é parcial, apaixonada e política.

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O universo é subjetivo e é subjetivamente que Baudelaire recusa ou elogia um artista. Sabe mostrar-se irritado e apaixonado e joga-se por inteiro nos seus artigos sobre as artes.

É principalmente por ter sido um precursor da estética moderna que Baudelaire aparece como marco obrigatório de referência a todos os que pensam a modernidade hoje.

 

Charles Baudelaire - Sobre a Modernidade

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O que procuras realmente?

 

O que muitos procuram por vezes sejam nas instituições que frequentam, ou não é muitas vezes o culto pessoal de suas próprias vaidades mas não estão comprometidos ainda com a causa que por vezes nem sabem que existe.

Existe uma forma em ver as coisas sejam elas em frações ou de forma panorâmica, o que vai muito da experiência e maturidade pessoal de cada pessoa.

Em toda instituição, por vezes esses pronto-socorros do Homem, em sua maioria vítima de seu próprio egoísmo, porque ninguém é bonzinho. Acabam por vezes carregando nas costas seres que deveriam por si mesmos caminhar com suas próprias pernas quando libertassem-se de suas vaidades.

O Homem está doente. Talvez essa doença já venha de centenas de anos, porque no advento das tecnologias vemos ainda que o Homem age e pensa como em Roma antiga.

Somos sempre os bozinhos ou coitadinhos ou as vítimas da história. Em outras somos de fato as vítimas. Mas necessário se faz desenvolver as garras da defesa no sentido de termos sim a base sólida para manter o solo firme das conquistas.

Conquistas essas no campo pessoal muito mais do que no campo material que é uma necessidade nossa até pela condição da sobrevivência ou do avanço do progresso.

Nosso planeta escola. Nosso planeta pré-primário. Nosso planeta berçário.

Feche o armário de máscaras de sua vida. Procure respirar fundo e ser aquilo que realmente você é. Você se conhece.

Observe-se. Veja o que diz, como trata as pessoas e o que cativa em seus pensamentos. Procure aceitar quem você realmente é, perdoe-se se necessário for. Esqueçe o passado e deixa o passado no passado.

Você pode se enganar e viver uma vida de mentiras que você pode até acreditar, pode também enganar as pessoas. Mas não por muito tempo.

O que vale é base. Trabalho. O dia em que você pensar na coletividade verá que tua vida será melhor.

Porque divididos somos fracos e unidos somos fortes!

Mas tome cuidado com as sombras. Vire o jogo e transforme as perdas em novas possibilidades.

Tua vida terá as cores que você pintar. Cuidado para não pintar tempestades.

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Você pensa que as pessoas não notam seu olhar. Se seu abraço é verdadeiro ou não ou apenas faz parte de um jogo social. Elas notam.

Pare de pensar só em você e achar que o mundo gira ao teu redor. Não gira.

E não ache que a lei de ação e reação não lhe pegará com o peso da dor se houver necessidade.

Muitos aprendem pelo amor. Outros na dor. Outros rebeldes tornam-se seres vazios e acabam vagando por aí esvaziando mais almas.

Acorde para sua vida enquanto é tempo. Analise-se. Procure ajuda se necessário sim, mas para sua transformação, porque muitas vezes o peso maior que você carregou foi o peso da sua própria ignorância. (nossa)

Tom Capella.

Posicionamentos

 

A grande maioria das pessoas por vezes vivem dentro de uma zona de conforto pessoal, sem a coragem necessária para ir atrás seja dos sonhos que almejam, seja dos projetos ou no campo de novas experiências.

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A grande maioria dos problemas humanos são no campo dos relacionamentos, outras permeadas por dogmas e consituídos sobre bases religiosas, não ultrapassam os limites do desconhecido que por vezes os levaria a novos conhecimentos, anseios e possibilidades.

O que faz a vida ser o que é são justamente as diferenças. Essa mistura de culturas, forma de pensar, atitudes é o que permitem toda essa gama de conhecimentos que ao final somente tem valia se aplicada à coletividade. Por isso das frustrações, decepções e até depressões.

As pessoas baseiam muitas vezes sua paz interior no retorno do que vem do lado de fora e muitas vezes esse tal “lado” de fora não tem para lhe dar o que busca.

Existirão momentos em nossas vidas em que não poderemos mais ficar em “cima do muro”, deveremos nos posicionar.

E quando nos posicionamos, não teremos todos os abraços e nem todos os sorrisos.

Pena que muitos vivem atras de aplausos em seus momentos de avelãs.

Porque conhecimento que vale é conhecimento aplicado.

Geralmente a grande maioria das pessoas exercem uma falsa humildade quando a vida lhe bate de frente, mas não trabalham as virtudes por isso acabam vivendo algum tipo de personagem até que sejam descobertos ou que acabem não dando continuidade a farsa que criaram para sí mesmos, visto que de tantas mentiras, acabaram criando a maior mentira pessoal que é a fantasia em querer ser aquilo que ainda não conseguiu ser ou nem imagina que possa ser um dia que é ser realmente um Homem de Bem.

Com defeitos, erros, mas com base. Com firmeza e postura no que busca, respeitando não somente seu tempo como o tempo das outras pessoas. Visto que vida é isso.

Todos temos nossa história pessoal, seja no campo dos conhecimentos, da fé, da razão, dos relacionamentos.

Nosso espaço termina quando começa o espaço do outro. Nossa liberdade é limitada quando inicia a liberdade do outro. Mesmo que o outro seja um ateu, agnóstico ou não pense como nós.

Ou não pois esse texto pode estar sendo lido por um ateu. O que manda é o caráter. É forma como você trata seu semelhante e atitudes.

Isso irá para o peso da consciência de cada um.

Muitos poderão esquecer o que você falou, o que você escreveu, mas nunca se esquecerão de como você os tratou.

Vida é uma passagem. Conhecimento é prosa. Virtude é nobreza. E atitude é firmeza.

Posicione-se na vida e não reclame se desse posicionamento não receber todos os méritos.

Não acredite em tudo o que lhe falem ou escrevam (*) mas perceba as atitudes, o exemplo que muitas vezes pode estar no fundo da sala. Apenas observando quem realmente você é.

Porque o que vale dessa vida é atitude, obra, o resto é balela. E nós no fundo sempre sabemos quem realmente nós somos. Não é?

Tom Capella.