domingo, 4 de abril de 2010

Livro de hoje

La societé du spetacle ( A Sociedade do espetáculo)

Alude à política como uma farsa guiada pelas técnicas que a publicidade desenvolvera na sociedade de mercado.

O que complemento a grande vitrine do narcisismo proporcionada pelas grandes redes sociais do grande advento das tecnologias disponíveis, onde a palavra sobrepôs de fato aos verdadeiros sentimentos e ação humana, ou dos que fugiram do divã para que assim pudessem de fato expor suas fragilidades nas grandes vitrines do preenchimento dos próprios vazios. Salvo os que de fato tem algo a oferecer seja no campo das amizades, dos exemplos, da transformação da sociedade como um todo em relação à coletividade. Tom Capella

Adoramos palavras vazias

A verdadeira felicidade está nos momentos que vivemos, na sinceridade e quando saímos do campo das palavras para a ação.

Vida não se constrói apenas em palavras. A palavra deve seguir a ação e muitas vezes para agir é necessário coragem. É a dinâmica propriamente dita.

Isso por vezes para sermos aceitos em determinados grupos, nos moldamos e acabamos criando uma imagem do que não somos de fato e nem expressamos o que pensamos por não sermos aceitos ou apenas por acomodação.

Nos moldamos em fé que por vezes nem acreditamos porque a fé é ação, transformação e poucos estão de fato a fim de mudar. São guetos pessoais de rapinas, egoísmos e acomodação. Essa de fato é a transformação.

E quando algo dá errado, alguns dizem, o homem erra. Erra quando é ignorante e não sabe. Ignorante no sentido de não saber determinadas coisas.

Mas se sabe não há justificativa. Por isso muitos sofrem e não temos pena. Compaixão. Porque a cada um sua própria experiência na dor pessoal para aprender a compreender de fato a vida.

Tom Capella

Feliz Páscoa e acorda enquanto é tempo!

As boas palavras podem por vezes mexer com corações desavisados. Com carentes de plantão ou sofredores do mundo. Mas até esses, com o tempo percebem através do tempo que palavras apenas não preenchem o coração, as amizades, a parceria, os relacionamentos.

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O que preenche são atitudes, ação, que por vezes não nos custam nada, além do que pegar um telefone e ligar para alguém (serve para mim) e vou melhorar. Somos egoístas por natureza. Essa era do narcisismo e busca nos preenchimentos vazios que ao final darão como encerrado na lápide que aguarda cada um de nós (dói ler isso), é de fato o choque necessário para que acordemos para a vida e sejamos pessoas melhores, mesmo nos nossos erros, mas sem vergonha de dizer, eu te amo, eu errei vou lutar contra isso, enfim, o espelho da alma de cada um reflete quem somos no âmbito da própria consciência. O resto é personagem e enganar a si mesmo. Por isso da grande depressão no mundo.

Tom Capella

O Culto do eu

O individualismo em relação aos novos adventos da tecnologia com sites de relacionamentos, sociais, twiter, tem expressado de tal forma a cultura do eu.

Mas entre todas essas observações que fazemos, temos notado que mesmo em relação as pessoas que realmente tem algo a passar para as outras pessoas, seja no campo das experiências pessoais (e que experiências), exemplificado de tal forma que outros não passem também não por essas experiências, mas outras ou suas próprias inevitáveis,algo que possa de fato melhorar a sociedade como um todo no sentido da elaboração de homens de bem e caráter no sentido do respeito a liberdade do outro, as diferenças sociais, intelectuais, e outras diferenças.

Eliminando aos poucos o preconceito vigente em todas as formas do pensar e expressar. Mas é um trabalho árduo, demorado e longo. Em meio a toda essa cultura do narcisismo, temos notado falsas verdades e uma grande maioria de vitrines focadas para o eu, sem nada passar de fato para os outros ou para a melhoria dessa sociedade ou de nós mesmos.

Narciso da mitologia: A pessoa que enamora a si própria.

Isso também me faz lembrar aos pacientes dos psicanalistas que pagam fortunas para falarem de si próprias. E faço um comparativo por vezes no orkut. Notamos por vezes algumas pessoas que fazem questão de colocar fotos de si mesmas em diversas situações, salvo alguns exceções, mas sozinhas. Em sua relação de amigos, notamos por vezes se mulher, uma relação de entre 90 amigos, 75 homens. Ou vice-versa.

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No campo dos recados notamos ali a matéria prima da auto-estima sendo estimulada por recados diversos esses que em verdade nada expressam os verdadeiros e mais sinceros pilares dos sentimentos, amizade, fidelidade que o seja, ou fidelidade aos próprios anseios.

Tudo isso em um tempo tão precioso que jogamos fora sem de fato nos preenchermos com o que de melhor possa complementar a sinceridade humana, justamente no campo desses sentimentos, que é a amizade, sinceridade, parceria, companheirismo.

O culto do eu, tem difundido de tal forma que muitos acabam por vezes excluindo seus perfis, no caso em se falando do orkut, e depois retornam novamente com novos grupos.

 

Em alguns casos isso é perfeitamente compreensível até pela sensibilidade e tato de alguns em não sair excluindo e começando um novo grupo, como de outras que utilizam essa base como um divã e como não preenchem os vazios, porque o artificial não complementa mesmo os vazios da alma humana, e acabam sumindo por uns tempos e retornando e fazendo um looping, porque como não aprenderam de fato a lição, continuam esquecendo que muito mais que receber, tem que estar pronto para doar.

E quem doa de si, acaba recebendo do próprio ciclo da vida a segurança e tranqüilidade no que busca.

Somente a esperança, a consciência de que somos de certa forma como as plantas e tudo o que é vivo, (somos de certa forma?) finitos. Morremos. Nosso corpo tem tempo de validade e assim salvo as culturas, crenças, fé, esperança em uma vida além dessa, todos teremos nosso momento de cessão do respiro, do olhar e da vida.

Vivemos por vezes como pequenos deuses, como se fôssemos eternos aqui nesse corpo. (sem religiosidade)

Somos tão frágeis e tão passageiros.

Saia do campo das palavras e parta para a ação. Muitos vivem como sabonetes da éra moderna no campo das palavras, vivem falando que amam, que sentem saudades, que gostam de você, mas nunca dão o primeiro passo, não partem para a ação e evitam sua presença.

Acomodação? Egoísmo?

Amigos escolhemos também. E o campo dos sentimentalismos baratos também em nada preenchem.

Lembre-se o tempo é curto.

Por isso não perca teu tempo com aquilo que não te preenche. Pare de achar que tua vida terminou, e que não tem mais tempo de construir algo e compreenda que muito mais que auto-ajuda, positivismo, o que vale para você (nós) é ação. Atitude e coragem suficiente para mudar o que podemos mudar.

Tom Capella.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O teu depósito

Cuidado com as estradas que darão em nada. Cuidado com as ilusões que pensas ser sua descoberta. Analise sempre a realidade das coisas. Por vezes dar as costas para situações e determinados fatos, possa lhe doer o mais profundo do teu ser.

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Mas é o que lhe permitirá o ar da existência e da sobrevivência de tudo aquilo que advém da mentira, da ilusão e da perversidade dos que lhe vampirizam as energias e o que tens de melhor em tua fé e naquilo que depositas nas pessoas. Se pode depositar apenas um centavo, o faça, mas que seja de fato um depósito de fé, de verdade e de autenticidade naquilo que de fato você acredita. Sempre estarás pronto para ganhar, quando de fato estiver preparado para doar. E a doação verdadeiramente dita é a doação que não é personificada em objetos, valores materiais e sim, do que de melhor tem de você em virtudes. Senso de justiça e fidelidade. Com todos. Tom Capella.

O que procuras?

O teu hoje é você que faz. A tua dor é mais intensa quando você a permite. Mas a dor é um remédio por vezes. Dor e amor. Sempre juntas. Lado a lado. Separadas apenas por uma linha. E são assim, desses mistérios do universo que de cada janela individual dos seres, observamos o que acontece a nossa volta.

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Interagimos, amamos, somos amados, odiados por vezes, ignorados ou presentes. Em outras na ciência da vida procuramos nos integrar de nossa real condição humana na terra. Isolados em um universo ou de fato mais um pequeno planeta com sua vida própria e seus seres humanos, com seus anseios, suas descobertas, suas dores e seus amores. Solitários ou não. O que queres você de sua vida? O mais importante de tudo é que sonhamos, sentimos, amamos, temos esperanças e a fé que podemos mudar. Que podemos avançar, amadurecer e assim sermos mais serenos e compreender melhor a nossa posição entre nossas idas e nossas chegadas. E assim, em nosso livro da vida pessoal, vamos gravando nossas impressões e adquirindo a paz.

Teu abrigo

O que seriam das alegrias sem as tristezas? O que seria de todos nós sem a sensação das vidas erradas que por vezes levamos em determinadas fases de nossas vidas? Como poderíamos ter os encontros com tudo aquilo que é melhor de nós? E como poderíamos sentir as poesias, os poemas, as tardes mais belas de domingo sem os domingos de chuva em nossas lembranças?

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O que seriam dos portos mais ensolarados se não tivéssemos um dia atravessado por tempestades cinzentas em nossas vidas? Talvez não compreenderíamos tanto assim os melhores momentos. Os momentos mais sorridentes e agradáveis em nossas vidas, aqueles que como um pequeno oásis nos liberta do passado, das amarguras da vida ou daqueles que vivem mergulhados no passado e nas angústias que já passaram? Somos cegos por vezes em um universo sem amor que criamos em nossos corações. Precisamos uns dos outros. Divididos somos fracos, pedaços de universo. Unidos somos fortes em um universo eterno de luz. Tom Capella