quinta-feira, 15 de julho de 2010

Você tem fome do quê?

“Onde há calor, não pode haver gelo”

Realização financeira e felicidade em muitos momentos de nossas vidas seguem vertentes totalmente diferentes entre si.

Você pode ser uma pessoa realizada nos campos das conquistas profissionais, materiais e financeira, mas um ser vazio no que diz respeito a sua vida pessoal.

Em outros momentos realizado e quase completo na vida pessoal em relação à felicidade, mas incompleto nas conquistas materiais. Então se baseado nessas duas vertentes é sempre um ser incompleto.

Porque isso acontece?

Em algumas situações basta jogar o pão e o vinho. As pessoas divertem-se. Vivem momentos de felicidade. Sem de certo saber ou compreender o que poderia de fato realizá-los.

E essa realização pode ser para uns o que não o é para outros. Uns solitários sem o preenchimento familiar vivem felizes desse jeito.

Outros em família mas em desagregação. Guerras familiares e predadores de posses materiais, sem a ligação dos sentimentos e sem vínculos éticos com o que quer que seja.

Quanto mais posse, mais poder. E quanto mais poder mais sede de realizações ou da soberba que são e serão sempre incompletas porque a felicidade não é isso. É mais simples.

É um estado de espírito.

Interessante que muitas pessoas passam uma vida inteira em busca dessa felicidade acreditando que é a realização do sentimento à dois. Mas não o é. Você pode sentir-se realizado, completo até. Mas nunca poderá depender desse outro lado da moeda. Porque você se sustenta com seus pés.

E quando você se sustenta com os pés do outro, você corre riscos.

Riscos controlados. Conscientização de que vale a pena correr riscos, como saltar de um paraquedas, saltar de um penhasco através de um bungee jump, a cada um seu risco. Mas a grande maioria das pessoas vivem a vida que não gostariam de viver e acabam aceitando viver vidas vazias, dependentes dos sentimentos alheios e sempre em busca de algo em penhascos que poderão dar em nada. (e darão, note a mídia)

Mas notamos que muitas pessoas por carências diversas, jogam-se de cabeça no primeiro relacionamento que encontram, sem analisar de fato as consequências disso no quesito, deixa correr.

Isso serve também para os outros campos dos relacionamentos.

Como amizades vazias, parcerias que dão e darão em nada. Dinheiro investido em modismos. Energia gasta em caminhos errados, participação de grupinhos que acham que irão salvar o mundo, quando na verdade não cuidam nem do seu próprio quintal e na verdade querem é aparecer e não possuem a organização, disciplina e humildade necessária para serem apenas um tijolo da grande muralha de transformação do mundo.

(não confunda com outras muralhas que representaram a desagregação)

A grande maioria das pessoas são muito menos comprometidas com a lealdade do que você imagina. Em qualquer relação  deixe claro sobre sua visão realista das coisas, seja no campo dos sentimentos, amizades ou negócios. (hoje a grande maioria das amizades são de interesses)

Preenche-se de forma momentânea e ilusória. Porque o gelo não pode produzir calor e o calor não pode produzir o gelo. Um representa a ausência do outro.

Valores

Hoje a matéria principal é a foto de uma artista que foi eleita pela mídia para vender. Milhares de pessoas param o que estão fazendo para ler uma matéria de que uma personagem fora vista na praia com seu novo namorado. ( o centésimo)

Segue a vida

“gelo e calor”

Mas podem estar próximos. Interagir em dados momentos e estarem muito próximos uns dos outros. Mas nunca serão os mesmos. Nunca estarão na mesma sintonia. Cada um possue sua própria característica.

Sua própria guarida nos campos dos sentimentos que lhes são próprios amorais ou não.

Ou seja, até os selvagens se encontram. (entre eles)

Observe como você vive (e com quem vive) e terá a resposta do teu amanhã.

Mas se você é daqueles que acha que o aprimoramento espiritual e a evolução somente se dão por meio do sofrimento, então (in) felicidades para você. (o entendimento também é um caminho)

Mas não se esqueça, vida é um contrato de risco, não deposite seus sonhos e ideais nas mãos dos outros, eles poderão ter esquecido de verificar os quesitos de segurança.

Tom Capella

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Mude o foco

Compreendemos muitas vezes que não existe um mapa.

Mas compreendemos também que em muitos momentos este mapa existe. Está sobre a mesa. Mas muitas pessoas, insistem em buscar os caminhos através das ilusões do mundo. Daquilo que não representa a realidade mais pura e verdadeira de onde esse caminho possa nos levar.

Por isso muitos dizem que após determinado tempo e sofrimento, aprenderam. Passaram por todo um ciclo de aprendizado, sofrimento e perdas. Em outros momentos perderam contato com a realidade e se embrenharam em caminhos totalmente inversos ao que de fato almejavam.

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E acabam em determinados momentos de suas vidas reféns dos resultados das atitudes, das decisões erradas e por vezes até conseguem retomar o caminho, encontrar o mapa sobre a mesa, mas na grande maioria não mais o encontram.

E que mapa é este?

Basta por vezes experimentar o sal e o açúcar. ou colocar as mãos sobre uma chapa quente. Mas se estiver dopado, totalmente fora de si, muitas vezes pensará ser um pássaro e poderá se jogar de um abismo.

O que queremos dizer aqui é que a vida deva ser vista como ela realmente é.

Quando você se predispõe a mudar alguns comportamentos que lhe são nocivos, a abrir mão de certas vaidades e do orgulho que opera como um mal colesterol, estará muito mais habilidoso na administração de sua própria vida, evitando tanta perda de tempo e desgaste com pessoas que realmente não valem a pena nem a convivência.

Nem tudo o que vemos representa de fato a realidade do que se é e do mal que possa nos causar.

Isso sempre nos conduzirá a verdadeira sensação em sentir o que é verdadeiro, em observar os pássaros no céu, em detectar a dor, o temor ou o amor.

Seremos mais plenos. Convictos de que poderemos ter um maior entendimento da vida. Das diferenças. Da dor e do amor. Que sempre caminham de mãos dadas.

Assim começamos a valorizar mais o que temos. E buscar nossos mapas em cima da mesa. De forma que possamos através dos diversos caminhos que levam a Deus (em nós), buscar aquele que melhor nos atenda.

Tom Capella

Aqui jaz (1902 a 1925 e 1927 a 1929 e 1932 a 1956)

Se eficiência é você fazer seu trabalho do jeito certo e eficácia é fazer o trabalho certo, quanto tempo de nossas vidas nós perdemos, deixamos de viver de fato, denotando desse tempo em projetos que darão em nada, em parcerias e pessoas que estão milhares de quilômetros de distância em relação ao que nos propomos a seguir?

Esse tempo não pula nos registros.

Acredite! Existem pessoas que não estão preparadas para ouvir o que você diz.

Assim como você adquiriu e adquire o seu amadurecimento, o seu maturamento em relação às experiências que vive, lapidação pessoal em relação a sua forma de ver a vida e interagir com ela, outras também o fazem e por vezes estão muito longe de você.

A grande maioria das pessoas não dizem o que pensam sobre você. Lhe toleram. Convivem com você por força de algumas circunstâncias, seja ela familiar, interesses ou pela ordem natural de alguma instituição comercial ou particular.

Mas em muitos casos você também carrega pessoas que ao final lhe causarão grandes decepções. Previsíveis. Mas você insiste.

Ninguém frequentara nada, curso, palestra, instituições se não estiver de certa forma predisposta a ouvir ou buscar algo que queira ouvir ou aprender. Mesmo que abandone no meio do caminho, mas sempre ouvirá o que estiver preparada para ouvir.

De nada adianta perder seu tempo em terrenos inférteis. O sentimento de gratidão é algo que faz parte da memória de poucos.

Ingratidão e falta de memória andam sempre juntas e se você vive achando que é o semeador do bem, que faz e não lhe agradecem, que lhe enganam, aproveitam de sua “bondade”, então você de fato está com um grande problema de perda de tempo.

Os territórios mais seguros são aqueles que conseguimos caminhar na certeza do senso de justiça. Se percebe alguma situação ou pessoa que sem a balela do dia a dia, age com senso de justiça, você estará apto a caminhar naquilo que dependa deste perfil de pessoa ou situação.

Então não basta você agir do jeito certo. E sim você agir no caminho certo. Naquele que dará frutos. Resultados e que não lhe deixe com uma sensação de que lhe roubaram o seu tempo.

Acredite, existe muito mais ladrão de tempo do que você possa imaginar.

Isso quando você mesmo não é o seu próprio.

Tom Capella

terça-feira, 13 de julho de 2010

Integral

Ser humano.
Biológico, físico, psíquico, espiritual, cultural, histórico, vazio e pleno ao mesmo tempo.

Em alguns momentos no ápice da satisfação e sensação de felicidade considera-se feliz.

Em outros momentos em decorrência das dificuldades que são inerentes a qualquer existência demonstram uma sensação oposta, inclusive pintando a própria vida como a um grande quadro negro e vazio.

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Que poderá ser colorido e pleno de acordo com as fases que venha a atravessar.
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As impressões que temos por meio de imagens não expressam na grande maioria das vezes a verdade real das coisas.
Muitas vezes agimos como se espelhos estivessem à nossa frente, sendo que acabamos criando imagens e consequentemente tirando conclusões sobre imagens e não fatos.

E essa percepção, essa forma de leitura de situações, “pessoas e imagens e pessoas e atitudes” será de fato a bússola que nos manterá sempre que possível no caminho correto a seguir, no campo das descobertas.A grande maioria das pessoas são incoerentes com o que dizem e com o que fazem.
Outras preferem acreditar nas fantasias que criam.
Principalmente quando não estão em frente aos seus afins.


Temos notado homens capacitados e a frente de responsabilidades perante a sociedade agindo como desequilibrados e com atitudes de moral inferior a muitos e quando vemos o que fazem ou o que falam na mídia, analisamos como alguém com tamanha mediocridade nas palavras e forma de se posicionar pode estar a frente de instituições que podem interferir de forma direta ou indireta na vida das pessoas como sociedade.

No silêncio das palavras por vezes e no tato do trato, são caçadores silenciosos e anônimos que não cumprirão em momento algum da palavra que deram, apenas para abrir portas para pilhar o que por vezes nem necessitam.
São os predadores de carpete, aqueles que se misturam na sociedade e levantam bandeiras de bons samaritanos ou bons cidadãos.

Agem de forma dupla. E não medem esforços para atingirem seus objetivos que muitas vezes são sempre imorais.
Assim compreendemos o quanto é importante que libertemos nossas mentes, nossos pensamentos de tudo que advém da mentira, das ilusões, das fantasias e principalmente das falsas defesas que expressamos quando na verdade sempre uma hora ou outra nos colocarão frente a frente conosco mesmos.

Com tudo aquilo que evitamos e não resolvemos. Não efetuamos a limpeza mental necessária para que pudéssemos passar por novas fases.
Reaprenda sempre que possa. Desaprenda quando necessário. Procure sair do seu campo de visão e ter a coragem e ver o que se passa ao seu redor.

Hoje temos a globalização, a velocidade do advento da internet, a forma de conhecer sempre novas culturas, analisar, estudar amplamente os dois lados de uma questão e nos posicionar-mos.

Quando realmente estivermos pré-dispostos a mudar, a nos reeducar sempre que possível, a reconstruir de forma gradativa uma nova visão em ver as coisas, estaremos sempre imunes as imagens e expressões que em nada expressam a verdadeira realidade dos fatos.

Mudaremos assim a nossa forma de integração o que nos permitirá um maior entendimento das coisas e quem sabe, a sensação da paz, que é a única que poderá de fato preencher nossos vazios.

Tom Capella

As panelinhas do bem

Os grupinhos por vezes são o que de pior possa existir seja nas empresas ou em instituições.

E note que se tivéssemos uma câmera para ver a conduta individual de cada um conseguiríamos tecer muito mais da postura humana do que possamos imaginar.

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Poucos são de fato autênticos e realistas em sua postura em grupos diferentes. Note que a grande maioria das pessoas se molda de acordo com o grupo.

Que sempre ao dizer de alguém começam de forma mansa e com tato dizendo:

– Olhe não estou falando mal dessa pessoa, mas eu acho que. (segue conforme a imaginação ou recordação do leitor de alguma cena já vivida)

E se sentir apoio, o fel começa a destilar sem limites.

Na frente da pessoa muda completamente. E diz que não fala tudo para evitar desgastes e que é uma pessoa educada. Falsidade e sagacidade agora mudaram de nome.

São tão falsas e mentirosas que até elas acreditam nelas mesmas. E se observassem sua conduta teriam em um momento de lucidez e sobriedade vergonha de si mesmas.

O quão pequeno o ser pode se tornar para destilar do seu fel que muitas vezes é resultado de um mal amor, problemas pessoais que são frutos e resultados do próprio egoísmo, soberba, avareza e ignorância.

Por isso damos valor aos autênticos. Aqueles que são o que são, sem querer criar caricaturas maculadas por interesses pessoais que não o da vaidade mais pura da hipocrisia.

E pare com aquela frase: – O que tiver que ser será.

Não será. Se você estiver dirigindo e pensando nas estrelas vai bater se não prestar atenção. O pior é quando batemos e ferimos outras pessoas. Isso se dá na vida.

Quando você faz suas besteiras e se machuca tudo bem, mas quando machuca outras pessoas. E existem situações em que você nem pode se machucar por desleixo teu porque outras dependem de você. Então você tem que seguir em frente, sobreviver e tomar cuidado com essas pessoas que citamos. Essas que usam a bandeira do bem para fazerem maldades e lhe destituir do caminho para que elas se sobressaiam.

Não fale de ninguém em sua ausência para satisfazer grupinho algum ou para ser aceito. Não aceite lambe-lambe de pessoas que sabem onde lhe agradar através das palavras, mas não saem do coração.

Evite participar de qualquer discussão que dará em nada. Mas se precisar posicionar-se pare de ter medo de perder seus ossinhos por isso e não permita sempre que possa injustiças.

Afinal de contas a vida é feita de ações e do resultado dessas ações, não de palavras.

O preço é sempre o que você estará disposto a pagar. Mas receberá também sempre o que mereças receber, seja no meio das benesses positivas ou das benesses que ao final lhe deixarão em um abismo de dor e de mãos vazias.

Já enfrentei os meus e vencí.

Tom Capella

Deixe o ateu em paz

Não sou ateu. De alguma forma acredito. Acreditamos aqui em uma força maior. Soberana. Como compreendemos em nossa grande sabedoria de bolinha de gude de que o planeta é redondo e flutua no universo. Como um balão.

Mas não sou ateu. Acredito na manifestação das forças que estão além do conhecimento humano. Acredito no manual de conduta moral que foi escrito por Jesus, como um manual de sobrevivência. Como também acredito em outros líderes que apareceram de tempos em tempos tentando trazer e ensinar o sublime ao homem ainda tão selvagem.

Mas para mim nada comparado ao sentimento que sinto, a sublimidade da vida quando leio algo sobre o Nazareno.

Asa do amor pequena. Asa da tecnologia gigante.

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Mas as perseguições continuam. Não se consegue de certa forma leve dizer no que se acredita. Seja no homem, no princípio humano, na lua ou no sol.

Confundem por vezes conduta e postura com crença que por vezes é até cega porque certas pessoas acreditam, freqüentam essa ou aquela instituição mas são seres de grande lástima na conduta social. Enganam, matam sonhos, usam do bom sorriso e da fala mansa, mas são algozes.

Mas existem os ateus. Aqueles que não acreditam nem na vida após a morte. Não acreditam em igrejas, em religiões e nem em religiosidade, mas acreditam em caráter. E até dão suas vidas (que é única) porque não acreditam em outras vidas, para salvar uma criança ou povos por exemplo.

Esses talvez em muitos casos estejam muito mais próximos de Deus de muitos que vivem batendo no peito, mas traindo a mulher. Sendo um péssimo pai, um péssimo marido ou uma péssima mulher.

Um sócio escuso. Um parceiro mentiroso ou um ser que no domingo é todo sorrisos, mas na segunda-feira nos negócios lhe passa a perna nos que lhe compartilham os negócios e trabalho. (conheci vários, e pasme continuam em suas igrejas como representantes do Cristo)

O que nos vale é aquilo que somos. No dia a dia. Agindo com as pessoas como agiríamos com aqueles que amamos.

Não é ser todo sorriso, mas ao menos a conduta da justiça. Do certo. Do autêntico.

O mundo já tem muito bonzinho. Muita gente levantando bandeirinhas da hipocrisia fazendo parte do time dos bonzinhos mas que lhe matam por um grão de arroz. Avarentos e egoístas.

Afaste-se sempre que possa de pessoas assim, sua saúde interior, espiritual e mental agradece.

Não ouça conversas fiadas. Sorrisos falsos e não aceite nada de ninguém sem antes checar se aquilo que sai da boca de fato vem do coração.

Tom Capella

Deus não está tão a fim de você

Nossa não posso imaginar que esse título seja algo assim tão agressivo! Afinal de contas o homem em sua maioria vive pedindo, pedindo, pedindo. E quando criança tem a atenção dos pais. Se é bom ganha presentes, se passa de ano tem aquela viagem.

E quando ele crescer? Se ele comportar-se o que ele ganha?  Notamos assim que muitos de nós somos crianças grandes e com um agravante de quando crianças ainda na pureza. Sem caráter por vezes. Algumas vezes. Não todas. Nem sempre.

Afinal de contas se nos comportarmo-nos teremos de Deus os presentes que tanto almejamos. Nosso carro zero. O emprego dos sonhos. O namorado ou namorada dos sonhos. A família feliz. A empresa que sempre quis constituir e se meu paizão não me dá. Há, eu abandono tudo.

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(pinte um novo horizonte para sua vida, pinte algumas chuvas também para te fortalecer)

Fora que é comum vermos tantos deuses. Porque em cada lugar que frequentamos ouvimos alguém dizer que o Deus dele é diferente do Deus do outro.

Que o Deus dele deu um carro para ele. (e as crianças do Haiti? e não precisa ir muito longe, basta ir nas periferias do Brasil)

Nós seres humanos. Somos tão complexos. Tão pequenos as vezes.

Não procuram a melhoria moral, a conduta e postura no meio que vivem e sim quem conquistou mais, quem tem mais fé (não aplicada), quem tem mais presentinhos porque é bonzinho. E acham que Deus é um jogador de banco imobiliário ou montador de playmobil. (playmobil de bastardos)

Não compramos sentimentos, fidelidade, lealdade, amizade em lojas.

Das transformações

Mas no campo da transformação moral. Do tete a tete, a face a face. Alguns não conseguirão de fato nem olharem-se nos olhos nos espelhos da alma. Afinal de contas são crianças adultas rebeldes. Sempre vítimas da vida. Das pessoas. Quando na verdade são os algozes mas vivem nas igrejas glorificando, ou nos centros, ou nas instituições religiosas diversas, mas com aquela cara de criança impertinente. Sem escrúpulos no mundo adulto e com fome e sede de poder, vaidade e ostentação.

Há essa tal de ostentação. Em mostrar ao outro o que conquistou, o que é, mas que na verdade são apenas quimeras porque as verdadeiras conquistas ainda estão no campo das transformações do homem.

Enganamos a alguns. Por vezes por anos. Mas não enganamos por muito tempo nem a nós mesmos. Trabalhe, lute, conquiste sim, mas não seja um escravo dos ossos e não faça de Deus para você que acredita, um Gênio da Lâmpada ou um escravo da sua vaidade podre.

Nunca se esqueça, Ele a tudo vê.

Tom Capella