Mas se do teu amor fizer-te então a dor. Se de tí não estás preparado ainda para tal. De tantas procuras.
Mas que procuras se tens em você então o preenchimento maior das tuas conquistas em relação ao que tens a oferecer.
E se tens a oferecer, não há de procurar.
Se és belo. Se és assim tão fera que por vezes deixou de ser bela.
Mas que de tí que já cometestes teus erros. Se assim regenerastes então de teu egoísmo.
Compreendes então que guarida maior é quando de tí sai virtude.
E da tua virtude estarás então na plenitude maior da tua guarida de paz.
O que procuras então, se desse mundo nada temos em verdade. Mas podemos dos momentos nossos. Tão nossos. Sermos o que realmente somos. Ao menos por momentos. Sermos nós mesmos.
E quando somos o que somos. O que queremos ser. O que buscamos ser. É quando nos libertamos.
E assim permitimos que a vida realmente possa ser sentida por nossa vida tão curta e tão passageira no decorrer do tempo que não pára para nos esperar.
Segue então com o melhor de você. Talvez assim no banquete dos cabanos, sinta-se realmente uma pessoa melhor.
Melhor naquilo que possas estar realmente preparado para servir.
Sem nada esperar em troca.
Porque da vida a vida.
Tom Capella.
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