Ocupáramos por vezes espaços que não condizem com o que de fato estávamos procurando para nós, para o aconchego de nosso ser.
Hospedáramos em nossos corações e vidas o que muitas vezes não queríamos para nós.
Vimos obrigatoriamente como que anestesiados pela necessidade de sobrevivência, rostos, sorrisos, pessoas que amávamos partirem.
Uns em vida, talvez a representação da morte mais cruel e sagaz. Quando morremos em vida para alguém ou o inverso.
Outros pela própria condição humana de cada um de nós.
Sentimos o ar da última despedida. Do último sorriso e da última voz que nos envolveu o momento, a tarde, a noite o acalanto, o aconchego de nós mesmos nas esperanças.
Não bem sabemos que cores podem ser revestidas essas esperanças se no azul, no rosa, no amarelo ou no verde que cura as feridas da alma.
Mas a história ainda não acabou. As músicas que gostamos ainda não terminaram, nem o livro de nossas vidas terminou de ser escrito.
Joga uma água no rosto e vai. Sai daí agora. Abra as janelas e faça assim que a tua vida reflita o sol que brilha lá fora ou o brilho da lua que explode em seu rosto.
“Felicidade não é ter posses, é ter posse de si mesmo”
Tom Capella
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